Livro Seguimento Ambulatorial Do Prematuro De Risco

 

Sociedade Brasileira de Pediatria. Download aqui.

Sumário

1 Introdução

Importância do seguimento ambulatorial do pré-termo 1

Como organizar o seguimento do prematuro 3

2. Preparo para a alta da Neonatologia

Critérios para a alta do prematuro 8

Exame físico do recém-nascido de muito baixo peso na alta 10

Orientações aos pais na alta da UTI Neonatal 14

3. Avaliação do crescimento

Crescimento de recém-nascido pré-termo de muito baixo peso nos primeiros anos de vida 22

Sinais de alerta para déficit no primeiro ano de vida 25

Sinais de alerta para doenças crônicas na vida adulta
4. Nutrição após a alta

Nutrição do pretermo de muito baixo peso: aspectos gerais e no primeiro ano 30

Nutrição do pneumopata crônico 35

5. Avaliação do desenvolvimento

Avaliação do desenvolvimento do prematuro 40

Sinais de alerta para atraso do neurodesenvolvimento do prematuro 48

Psicopatologias no prematuro 53

6. Acompanhamento das morbidades frequentes

Avaliação da Doença Metabólica Óssea .

Avaliação da função pulmonar 68

Medidas preventivas em Retinopatia da Prematuridade (ROP) 73

Livro Estratégias para Segurança do Paciente

 

Rede Brasileira de Enfermagem e Segurança do Paciente REBRAENSP/Polo RS. Faça download aqui.

Sumário

REDE BRASILEIRA DE ENFERMAGEM E SEGURANÇA DO PACIENTE 1
APRESENTAÇÃO 5
INTRODUÇÃO 7
ESTRATÉGIAS PARA SEGURANÇA DO PACIENTE 15
ESTRATÉGIA 1: HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS 17
ESTRATÉGIA 2: IDENTIFICAÇÃO DO PACIENTE 26
ESTRATÉGIA 3: COMUNICAÇÃO EFETIVA 31
ESTRATÉGIA 4: PREVENÇÃO DE QUEDA 38
ESTRATÉGIA 5: PREVENÇÃO DE ÚLCERA POR PRESSÃO 45
ESTRATÉGIA 6: ADMINISTRAÇÃO SEGURA DE MEDICAMENTOS 53
ESTRATÉGIA 7: USO SEGURO DE DISPOSITIVOS INTRAVENOSOS 64
ESTRATÉGIA 8: PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS SEGUROS 74
ESTRATÉGIA 9: ADMINISTRAÇÃO SEGURA DE SANGUE E HEMOCOMPONENTES 79
ESTRATÉGIA 10: UTILIZAÇÃO SEGURA DE EQUIPAMENTOS 88
ESTRATÉGIA 11: PACIENTES PARCEIROS NA SUA SEGURANÇA 92
ESTRATÉGIA 12: FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA SAÚDE PARA
O CUIDADO SEGURO 99
CONSIDERAÇÕES FINAIS 111

Livro Infeções Respiratórias Recorrentes

VASCONCELOS, Alexandra et al Faça download aqui

 

Sumário

1 ATLAS ILUSTRADO DAS VIAS AÉREAS
2 IMUNIDADE, ALERGIA RESPIRATÓRIA E INFEÇÃO
Defesa imunológica do aparelho respiratório
Alergia respiratória – conceitos gerais
e imunopatologia da doença alérgica
Alergia e infeção
3 INFEÇÕES RESPIRATÓRIAS RECORRENTES NA CRIANÇA
Introdução
Quantas infeções respiratórias por ano são de esperar numa criança?
Qual a definição de IRR?
O paradigma: a criança saudável sempre doente – quais são os fatores de risco? Associação entre ambiente, hospedeiro e agente
IRR na criança sem patologia de base, como definir?
IRR e a criança com atopia, qual a relação?
IRR e a criança com imunodeficiência, quando suspeitar?
IRR e a criança com doença crónica, o que saber?
IRR: criança saudável ou não? Quando e como investigar?
Qual o tratamento para a criança saudável com IRR?
4 INFEÇÕES RESPIRATÓRIAS RECORRENTES DAS VIAS AÉREAS SUPERIORES
Introdução
Otite Média Aguda Recorrente
Amigdalofaringite Recorrente
Rinossinusites e Rinofaringites
5 INFEÇÕES RESPIRATÓRIAS RECORRENTES DAS VIAS AÉREAS INFERIORES
Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica
Bronquiectasias
Fibrose quística
6 IMUNOTERAPIA INESPECÍFICA NA PREVENÇÃO DAS INFEÇÕES RESPIRATÓRIAS
Imunomodulação na prevenção das infeções respiratórias altas – recomendações do “Epos 2012” para a rinossinusite Imunomodulação na prevenção das infeções respiratórias
Terapêutica imunomoduladora na prevenção das infeções respiratórias na criança
Papel da imunoterapia inespecífica na prevenção de infeções respiratórias no doente com patologia alérgica
NOTAS BIOGRÁFICAS DOS AUTORES

Livro Guia para Uso de Hemocomponentes

 

Ministério da Saúde. Faça download aqui.

Sumário

Apresentação 5
1 introdução 9
2 arsenal terapêutico no suporte hemoterápico 13
3 o uso clínico de hemocomponentes 25
4 transfusão de hemocomponente em pediatria53
5 procedimentos especiais para os hemocomponentes 69
6 transfusão maciça 75
7 transfusão de concentrado de hemácias em
Pacientes críticos 85
8 expansores plasmáticos 95
9 reações transfusionais imediatas 107
10 comitê transfusional 117

Livro Curso de Especialização Profissional de Nível Técnico em Enfermagem Oncológica

 

Ministério da Saúde. Faça Download aqui.

Sumário

Apresentação 3
Lista de Ilustrações 9
Lista de Siglas 11
Introdução 15
MÓDULO I – Processo de Trabalho em Saúde 23
MÓDULO II – Oncologia Clínica 55
MÓDULO III – Oncologia Cirúrgica 97
MÓDULO IV – Urgências e Emergências em Oncologia 127
MÓDULO V – A Segurança do Paciente e do Trabalhador e a Comunidade Hospitalar 131
Referências 143
ANEXO I – Equipe de Elaboração 145
ANEXO II – Legislação Básica 149

Livro Manual de Referência Técnica para Higiene das Mãos

ANVISA. Download aqui

DEFINIÇÃO DOS TERMOS 4
VISÃO GERAL 5
PARTE I – INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE E À HIGIENE DAS MÃOS 6
I.1 O que são infecções relacionadas à assistência à saúde e qual o seu impacto na segurança do paciente? 6
I.2 Qual é o papel das mãos na transmissão de micro-organismos? 6
I.3 Qual é o papel da higiene das mãos na prevenção de infecções relacionadas à assistência à saúde? 6
I.4 Como praticar a higiene das mãos? 6
I.5 Quando deve ser realizada a higiene das mãos? 7
I.5.1 O conceito de “Meus 5 momentos para a higiene das mãos” 8
PARTE II – PRÁTICA, ENSINO E OBSERVAÇÃO DA HIGIENE DAS MÃOS 9
II.1 Aplicação de “Meus 5 momentos para a higiene das mãos” na prática 9
II.1.1 O ambiente do paciente 9
II.1.2 O ambiente assistencial 10
II.1.3 Contato com o paciente e superfícies próximas 10
II.2 Os profissionais de saúde comprometidos com a higiene das mãos 10
II.3 Atividades assistenciais e indicações 10
II.4 Indicações para a higiene das mãos e ações de higiene das mãos 10
II.5 Uma melhor compreensão sobre a implementação dos cinco momentos 11
II.5.1 Indicação (momento) 1: Antes de tocar o paciente 11
II.5.2 Indicação (momento) 2: Antes de realizar procedimento limpo/asséptico (em local crítico com risco de
infecção para o paciente) 12
II.5.3 Indicação (momento) 3: Após o risco de exposição a fluidos corporais 13
II.5.4 Indicação (momento) 4: Após tocar o paciente 13
II.5.5 Indicação (momento) 5: Após tocar superfícies próximas ao paciente 14
II.5.6 Compreender os cinco momentos na sequência de cuidados 15
II.6 Indicações para a higiene das mãos quando as luvas são necessárias 16
PARTE III – OBSERVAÇÃO DAS PRÁTICAS DE HIGIENE DAS MÃOS 17
III.1 O objetivo da observação 17
III.2 A observação direta das práticas de higiene das mãos 17
III.3 As regras da observação 17
III.4 O observador e seu papel 17
III.5 As oportunidades de higiene das mãos 18
III.6 A ação de higiene das mãos vista pelo observador 18
III.7 Relatórios de adesão à higiene das mãos 19
III.8 Metodologia da observação 19
III.8.1 O formulário de observação 21
III.8.2 O formulário de cálculo básico 23
PARTE IV – OUTROS ASPECTOS DA HIGIENE DAS MÃOS 26
IV.1 Segurança das mãos 26
IV.2 Cuidados com a pele das mãos 26
PARTE V – LISTA DE BIBLIOGRAFIA CONSULTADA 27
APÊNDICE – FORMULÁRIOS DE OBSERVAÇÃO E CÁLCULO 28

Guia para Construção de Protocolos Assistenciais de Enfermagem

 

COREN-SP. Download aqui.

Introdução 9
2 Definições operacionais 11
2.1 Procedimentos/rotinas 11
2.2 Protocolos 11
2.3 Guia de condutas/guidelines 12
3 Aspectos legais relacionados ao uso de protocolos na enfermagem 13
4 Elementos para a elaboração e apresentação de protocolos 17
5 Prática baseada em evidências 20
5.1 Tipos de estudo 22
6 Revisão sistemática da literatura: a base dos protocolos de assistência 26
6.1 Elementos da revisão sistemática 28
6.1.1 A definição do problema 28
6.1.2 Estratégias de busca: descritores e bases de dados 31
6.1.3 Critérios de seleção e inclusão dos estudos 36
6.1.4 Qualidade do estudo 37
6.1.5 Construção de fluxograma 39
7 Considerações finais 47

Livro Guia Técnico Sífilis

 

 

SUS. Guia Técnico Sífilis. Download aqui.

Sumário

1 Introdução 3
2 Classificação, diagnóstico, tratamento e acompanhamento 4
2.1 Sífilis adquirida 4
2.1.1 Definição de caso de sífilis adquirida 4
2.1.2 Diagnóstico laboratorial 4
2.2 Sífilis na gestação 8
2.2.1 Definição de caso de sífilis em gestantes 8
2.2.2 Diagnóstico sorológico 8
2.2.3 Tratamento 9
2.2.4 Tratamento inadequado da sífilis materna 10
2.2.5 Recomendações para o seguimento da sífilis materna 10
2.3 Sífilis congênita 11
2.3.1 Classificação 11
2.3.2 Definição de caso 12
2.4 Manejo clínico 13
2.4.1 Período neonatal 13
2.4.2 No período Pós-Neonatal (após 28º dia de vida) 14
2.4.3 Seguimento 14
3 Que ações de saúde devem ser executadas para gerar impacto? 15
4 Coinfecção sífilis-HIV na gestação 15
Referências bibliográficas 16
Anexos 17
1. Nota Técnica Conjunta Nº 391/2012/SAS/SVS/MS 17
2. Portaria Nº 3.161, de 27 de Dezembro de 2011 21